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Fi Innovation Awards premia os mais inovadores ingredientes e produtos alimentícios em quatro categorias

Das 35 participantes, Capsugel, Queijos Cruzília, Proteios e Ingredion se destacaram e foram as grandes vencedoras. A premiação ocorreu em cerimônia no primeiro dia da FiSA 2016

Os mais inovadores produtos e ingredientes alimentícios de 2016 venceram o Fi Innovation Awards, a principal premiação nacional da indústria do setor. Soluções de 35 empresas foram avaliadas, e concorreram nas categorias Produto Final Mais Inovador, Produto Final Funcional Mais Inovador, Ingrediente Alimentício Mais Inovador e Ingrediente Funcional Mais Inovador. A cerimônia de premiação aconteceu ontem, dia 23 de agosto, às 20h, o primeiro dia da 20ª Food ingredients South America (FiSA). O evento, que acontece no Transamerica Expo Center até o dia 25, é o maior encontro da indústria alimentícia para a América Latina.

Como Produto Funcional Mais Inovador, a Capsugel, líder mundial na fabricação de cápsulas duras e de soluções inovadoras orais, foi a ganhadora com KRIAM e PREST. O produto, lançado neste ano, é feito à base do óleo Superba Krill. De acordo com a empresa, o óleo de Krill é, por si só, alternativa única na administração de EPA e DHA por ser um fosfolipídeo, permitindo assim maior biodisponibilidade ou absorção dos ácidos graxos. Além disso, ele é envasado pela tecnologia LICAPS, processo exclusivo e patenteado, que isola o nutriente da oxidação (extremamente nocivo à integridade do óleo de Krill), garantindo estabilidade e manutenção de funcionalidade. O produto ainda evita o refluxo indesejado das terapias tradicionais de ômega e proporciona menor odor e gosto residual.

Na categoria Produto Alimentício Mais Inovador, foi contemplado o Queijo Azul com Nozes e Damasco Santo Casamenteiro, da companhia Queijos Cruzília. “Foi um desenvolvimento desafiador que alia a boa e secular tradição queijeira mineira com tecnologias modernas de produção. Após várias discussões, o Ministério da Agricultura permitiu que o queijo base, um queijo de mofo tipo gorgonzola, pudesse ser chamado por uma denominação brasileira 'Queijo Azul’, de inspiração dinamarquesa, mas com um inovador toque de brasilidade, que lhe permitiu o sobrenome Azul de Minas. Desenvolvemos o processo para que nosso queijo pudesse ter esse percentual maior de creme de leite, além de adicionarmos em camadas e no acabamento, o damasco e as nozes, para suavizar e inovar na textura e no sabor”, diz Luiz Sérgio Medeiros de Almeida, diretor industrial da Queijos Cruzília.

A Proteios Nutrição Funcional, de Ribeirão Branco (SP), com o Complemento Nutricional Funcional (CNF), fonte de proteína vegetal da planta ora-pro-nobis, foi laureada com o troféu de Ingrediente Alimentício Funcional Mais Inovador. O CNF é utilizado com o objetivo de melhorar o perfil nutricional de produtos alimentícios industrializados que usam matérias-primas abundantes em algumas épocas do ano, mas que são pobres em nutrientes. Além disso, esse ingrediente entra na utilização como espessante de algumas formulações, acrescenta antioxidantes e fibras em produtos finais e torna mais apetitosos sorvetes e doces, graças à contribuição com a cor e a textura em suas massas.

Como Ingrediente Alimentício Mais Inovador, a escolhida foi a Ingredion, que apresentou a marca VITESSENCETM Pulse, que oferece farinhas proteicas de diferentes leguminosas. Entre elas, a farinha de grão-de-bico, de lentilha, de ervilha e de fava, todas com alto teor de proteína e fibra, e baixo teor de gordura. Vale dizer que o cultivo das leguminosas dispensa o uso de fertilizantes, já que estas variedades têm a capacidade de produzir o nitrogênio necessário para seu desenvolvimento. VITESSENCETM Pulse pode ser utilizada em produtos lácteos, de panificação, massas, molhos e snacks.

Participaram do comitê técnico que selecionou os vencedores profissionais da indústria alimentícia, entidades de classe, como Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos (sbCTA), Bureau Soluções e Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (ABIR), e a professora Glaucia Pastore, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Os especialistas avaliaram técnica, benefícios nutricionais e funcionais, embalagem, processo produtivo, impacto econômico e sustentabilidade. 

                             

                             

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