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Brasil e demais países da América Latina são mercados estratégicos para empresas do setor de alimentos e bebidas

É notável e encontra respaldo nos resultados de pesquisas de mercado conduzidas pelas maiores empresas do segmento, o desejo do consumidor brasileiro por uma alimentação saudável, e por escolhas que resultem em um menor impacto ambiental, além de estarem alinhadas a padrões éticos. Essas mesmas tendências, que adicionalmente apontam para o aumento do consumo de suplementos, alimentos da categoria free from e daqueles com apelo de supressão ou redução de ingredientes considerados “não saudáveis”, podem ser extrapoladas também para desenhar o perfil de consumo em países da América Latina. 

Anualmente, diversos novos alimentos, ingredientes e soluções ganham espaço nas prateleiras do mercado tanto no Brasil quanto na região, movimentando o setor e criando oportunidades para o segmento. Contudo, as empresas que pretendem se estabelecer ou expandir sua atuação para outros países precisam estar atentas às regras de regulamentação nos locais de destino, assim como definir estratégias para atuar e se posicionar corretamente. 

No Brasil, há procedimentos distintos de acordo com a classificação da empresa e conforme sua classificação e atividades, demandam regularização junto a Órgãos locais e federais. Além disso, a rotulagem e comunicação estratégica do produto também devem estar de acordo com as legislações brasileiras, que em muitos casos são distintas do Mercosul e de outros países latino-americanos. 

O país também está em processo de atualização e melhora dos procedimentos regulatórios que figuram em discussões promovidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por meio da Agenda Regulatória 2017-2020. Dentre os 15 temas tratados na área de alimentos podemos citar: os suplementos alimentares e probióticos, que ganharam um marco regulatório em 2018; a rotulagem de alimentos, que vem sendo amplamente discutida e deve entrar em consulta pública no segundo semestre deste ano; e os requisitos para o uso de gorduras trans industrial em alimentos, cuja erradicação na indústria alimentícia é uma meta prioritária da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a proposta de iniciativa regulatória sobre seu uso foi aprovada pela Anvisa em março deste ano. 

Além do mercado nacional, a expansão internacional, principalmente para a América Latina, é uma das principais estratégias para as empresas alavancarem os seus negócios, já que a região é um dos pontos-chave para o crescimento do setor de alimentos e bebidas. O recente Acordo de Associação Mercosul-União Europeia poderá afetar de diferentes formas o bloco Mercosul, social, político e economicamente falando, porém ainda há muitas etapas a serem percorridas antes de se avaliar os reais impactos, diretos e/ou indiretos no bloco. De qualquer forma, visitar eventos do setor é uma excelente maneira de conhecer e “sentir” o mercado, além de promover um networking importante para o estabelecimento de novos negócios. Porém, compreender o sistema regulatório de cada país é essencial para traçar planos de crescimento. Ter um “mapa da rota” elaborado por consultorias especializadas ajuda a planejar e viabilizar a estruturação da empresa e a comercialização dos produtos, minimizando os riscos durante os processos envolvidos. 

Matéria Exclusiva: VIGNA BRASIL

 

                             

                             

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