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Pessoas, sua empresa tem dado o devido valor a elas?

Escrevo esse artigo no dia 12/03/2019, data do trigésimo aniversário da Rede Mundial de Computadores, também conhecida como Internet ou, em outras palavras, aquela coisa a qual somos dependentes e não mais conseguimos imaginar a vida sem.

Não há dúvidas de como a Internet contribuiu e contribuí para diversos avanços nos mais diversos campos mas, você já pensou o que seria da Internet sem as pessoas? Nada, concorda? Qual seria o valor da automação, do big data, da inteligência artifical se só existissem máquinas? Ao meu ver, nenhum e, diante deste simples pensamento, vemos a importância das pessoas em tudo, em todos os lugares e diante de toda e qualquer relação.

As organizações, conforme aprendi em uma das empresas onde trabalhei, podem ser consideradas como organismos vivos e as pessoas que nelas trabalham são como o sangue que percorre tudo e anima cada uma das partes que compõem o negócio. Diante desta simples metáfora, é óbvio perceber que devemos dar valor a elas, devemos cuidar daquilo que percorre e nutre todo o organismo, devemos evitar a contaminação do sangue, a obstrução dos seus caminhos e devemos evitar a sua perda acidental também, no entanto, muitas vezes não é isso que observamos no dia a dia.

Na urgência de resultados, os excessos, a disputa pela concorrência ou pela manutenção de uma certa posição ou status no mercado, a loucura pela inovação, nem sempre viável ou necessária e a evolução infinita das metas têm afastado, cada vez mais, as pessoas desses organismos e causado cada vez mais desequilíbrios e dores de cabeça.

Hoje, diferente de grande parte das empresas que sabem muito bem o que fazem, mas nem sempre por que fazem. As pessoas buscam propósito, equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, buscam satisfação e reconhecimento. No artigo do mês anterior mencionei que 56% dos profissionais com carteira assinada no Brasil estão insatisfeitos com o seu emprego e esse número só tende a aumentar se as empresas, esses organismos vivos, continuarem levando muito tempo para entender que, investir em pessoas não custa caro e que pode ser mais simples do que parece.

Grandes líderes já perceberam que dedicar um tempo a andar pela empresa, reconhecendo as pessoas, conversando com elas e as escutando, de forma genuína, é um exercício praticamente gratuíto e que apresenta diversos benefícios para o negócio. Conhecendo as pessoas, reconhecendo o papel que cada uma delas desempenha, escutando suas críticas e ideias, permite que o sangue flua, permite que atitudes sejam tomadas de forma coerente, permite a satisfação e a harmonia, permite a antecipação de cenários e o melhor de tudo, permite melhores resultados.

Dúvida? Então vamos fazer um trato. Reserve uma parte do seu dia para isso, seja você um gestor ou não, circule pela empresa, com propósito, claro...não estou dizendo para você ficar tomando cafezinhos e mais cafezinhos por aí. Visite outras áreas, converse com as pessoas, entenda os desafios, os desejos delas, veja como o que elas fazem se relaciona com o que você faz. Faça isso por um mês e anote tudo o que você observar. Ao final deste período eu não tenho dúvida alguma de que terá mais informação de valor e relevância do seu negócio do que sempre teve e o melhor, de quebra passará a cultivar melhores relações com seus colegas.

Eduardo Araújo – Consultor de Marketing e Comunicação para a Indústria de Alimentos e Bebidas, Nutracêuticos e Ingredientes Funcionais.

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