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A polêmica da rotulagem nutricional

O novo modelo de rotulagem nutricional para alimentos e bebidas proposto pelo governo federal não é o mais adequado na avaliação da indústria. Foi o que explicou Ignez Goes, do departamento técnico da ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos), na FiSA 2018. “Estão discutindo formatos e design ignorando questões essenciais”, alertou a profissional.

A definição do novo padrão ocorrerá entre o final deste ano e o primeiro trimestre de 2019. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), comandante do processo, propõe que a parte frontal das embalagens dos produtos estampem alertas na forma de triângulo ou octógono. A ABIA e outras 22 entidades de classe ligadas à indústria sugeriram o uso dos chamados “semáforos”, que comunicam os teores de ingredientes associados a doenças crônicas por meio de cores.

Ignez explicou que os alertas do modelo favorito baseiam-se em 100 gramas, não nas porções habitualmente consumidas dos produtos. “É um critério irreal e que gerará banalização, pois praticamente todos os produtos terão alerta”, afirmou. A ABIA e seus pares pleiteiam ajustes. “Estamos estudando o tema há muitos anos e queremos informar o consumidor da melhor maneira”, comentou Ignez.

As discussões sobre o assunto não devem terminar quando a Anvisa bater o martelo. Isso porque os países integrantes do Mercosul já discutem a necessidade de harmonização de princípios de rotulagem nutricional de alimentos e bebidas.   

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