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Procura crescente por Clean Label desafia a indústria de alimentos

Fechando o Seminar Sessions do primeiro dia de FISA, a convidada internacional Emma Schofield, da Mintel, apresentou dados que apontam a demanda crescente por Clean Labels na indústria alimentícia mundial.

O conceito, que ainda sofre interpretações variadas pelos consumidores, representa a produção de alimentos que não contém ingredientes artificiais, como corantes e aromatizantes, elementos alergênicos, como glúten e lactose, componentes que tenham origem distante da natureza, sejam geneticamente modificados ou tenham resíduos dessa manipulação.

A procura é crescente porque o novo consumidor quer saber toda a procedência do alimento que consome. “Na Europa, a indústria clean label tem usado ingredientes botânicos, tais como temperos, frutas, vegetais e castanhas para reformular seus produtos e manter os sabores”, compartilha Schofiled.

A executiva também acrescenta que quatro em cada dez brasileiros pagariam mais por comida e bebida de qualidade e 27% deles checam nos rótulos se o produto é geneticamente modificado. Esse e outros dados revelados em pesquisas indicam que a alimentação não está entre os primeiros itens de consumo sacrificados diante da crise econômica nacional.

“Espero que este seminário contribua para que a América Latina atravesse as barreiras da indústria, contribuindo para a evolução de produtos clean label, que atendam a expectativa crescente do consumidor da região”, conclui Schofield.

                             

                             

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