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A tendência de alimentos Free-From

Embora haja diversos tipos de alimentos desenvolvidos para indivíduos alérgicos, alimentos “livres de”, o maior e mais bem sucedido nicho de produtos, até então, é o sem glúten, que se iniciou com poucos produtos vendidos em lojas especializadas para um mercado multibilionário que, hoje, se assemelha ao mercado de produtos orgânicos no mundo.

É uma tendência que ganhou força após a aprovação do claim sem glúten pela FDA, Food and Drug Administration, órgão governamental dos Estados Unidos responsável pelo controle dos alimentos e medicamentos, que os consumidores entendem e aceitam bem, se sobrepondo a duas outras tendências de alimentos, a “naturalmente funcional” e “bem-estar em relação ao peso”.

Os consumidores desse tipo de produto podem ser classificados em have tos, indivíduos que possuem a doença celíaca; better tos, os que se sentem melhor quando retiram o glúten da dieta, mas não são celíacos; like tos, os que preferem retirar o glúten da dieta ou reduzir sua quantidade por bem-estar ou são esportistas e os considerers, que consideram os produtos sem glúten melhores.

Essa tendência cresceu e pode crescer ainda mais, a maioria de seus consumidores não possuem intolerância ao glúten ou a doença celíaca, mas estão em busca de um estilo de vida saudável ou da perda de peso e, veem nos produtos sem glúten um apelo saudável e natural. Além disso, relatam sensação de bem-estar após o consumo desses produtos.

As estratégias de marketing utilizadas nesses produtos abordam: 1- melhorar o sabor, a textura e a crocância para igualar esses produtos aos regulares (com glúten) presentes no mercado; 2- torná-los alimentos para consumo diário, como cereais matinais e snacks; 3- marcas famosas e redes de restaurantes também estão criando suas versões de produtos sem glúten; 4- produtos que naturalmente não possuem glúten (a base de soja ou lácteos) também estão utilizando a alegação sem glúten; 5- esses produtos estão sendo distribuídos em grandes redes de supermercados, passando a sair de prateleiras especiais para ficarem lado a lado com produtos regulares; 6- expansão além da padaria, com o desenvolvimento de pratos prontos e sopas isentas de glúten; 7- expansão com outras categorias free-from, como por exemplo, os produtos sem lactose.

Apesar da ciência não comprovar os benefícios, e os órgãos reguladores da profissão da nutrição falarem contrariamente à restrição de glúten na dieta de pessoas que não tenham intolerância, o mercado e a prática da restrição continuam a crescer no Brasil.

Abaixo algumas regras para o sucesso de produtos free-from:

– Garantir que os consumidores irão “sentir” os benefícios = realmente deve ser free-from.

– Garantir que os produtos sejam saborosos = mudança no perfil dos consumidores.

– Comunicação com profissionais de saúde = credibilidade.

– Investir em estratégias de marketing = mercado ainda esta amadurecendo.

– Ajudar no “self-diagnosis” = expandir o target.

Fonte: Simabesp

                             

                             

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